M. cuneata

Nome O gênero Miltonia foi descrito em 1837 por Lindley e foi atribuído em homenagem ao Conde F. W. Milton
Espécies As espécies brasileiras são as únicas integrantes do gênero. As colombianas integram um outro gênero: Miltoniopsis.
Embora reclassificadas e tendo passado a integrar outros gêneros, tradicionalmente fazem parte do gênero Miltonia e como tal são conhecidas as seguintes espécies: candida; clowesii; cuneata; flavescens; kayasimae; moreliana, russeliana; regnellii; spectabile.
Ocorrência Sudeste do Brasil, sobretudo Espírito Santo, Rio, São Paulo e Minas Gerais, com ocorrência em estados e países vizinhos, como Paraguai, Argentina e Peru
Hábito vegetativo e forma de crescimento As Miltonias brasileiras são epífitas e tem como particularidade não terem período de repouso vegetativo

M. clowesii
M. flavescens
M. castanea

Luz Intensa, aceita a que se dá às Cattleyas.
Clima e altitude As Miltonias são plantas de altitude e preferem climas temperados próprios de montanha.
Umidade e rega Umidade relativa de 65 a 70%. Não gostam de excesso de rega.
Fertilização e tratos culturais A fertilização, com adubo líquido deve ser a cada terceira rega, com fertilizante balanceado. Com adubos orgânicos, no início de cada estação, menos no inverno

M. spectabile
M. russeliana

Substrato, suporte e plantio
Miltonias preferem ser cultivadas em suportes como palito ou placa de xaxim ou troncos de corticeira ou pedaços de galhos com casca grossa, já que não gostam de excesso de água e têm rizoma longo. Quando cultivadas em vaso deve usar-se pouco substrato
Flor e floração
A inflorescência se inicia na base do pseudobulbo e se desenvolve em haste razoavelmente longa que chega a atingir 50 cm. As flores, de tamanho médio tem geralmente de 5 a 7 cm.
Híbridos
O gênero Miltonia integra a aliança do Oncidium e pode ser cruzado com os gêneros Aspásia, Brassia, Cochlioda, Comparetia, Milroniopsis, Odontoglossum, Oncidium, Rodriguezia, Trichopilia.
Pragas e doenças As Miltonias são plantas bem resistentes a pragas e doenças, sofrendo, eventualmente, ataques de cochonilas e pulgões. Grandes inimigas são as formigas cortadeiras

M. cogninauxiae
M. regnelii


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